Monitorar a performance do MySQL com Mytop

Desenvolvido por Jeremy D. Zawodny, o Mytop é uma ferramenta para monitorar o MySQL baseada em console (sem interface gráfica). É utilizada para verificar o desempenho geral e threads do MySQL.

Roda na maioria dos sistemas Linux/Unix (incluindo Mac OS X), que tenham o Perl, DBI e Term:: ReadKey instalados. E com o Term:: ANSIColor instalado, você ainda terá cores. Se você instalar o Time::HiRes, você terá consultas de status em tempo real/segundos.

Plataformas suportadas:

  • Linux
  • FreeBSD
  • Mac OS X
  • BSDI
  • Solaris
  • Windows

Vamos instalar o Mytop, abra o terminal (console) e siga as instruções.

Para sistemas que utilizam o apt-get, você pode instalar como este comando:

Em sistemas baseados no Red Hat, como Fedora, você pode executar o comando:

Se preferir, você pode fazer o download do arquivo em:

Execute estes comandos para descompactar e instalar o Mytop:

Pronto, a ferramenta está instalada!

Executando o Mytop

A maneira mais simples de executar Mytop é executar o comando diretamente na linha de comando. No terminal digite:

mytop -u <usuário> -p <senha> -h <host>

Por exemplo:

# mytop -u tsarmento -p vol2011 -h 172.16.99.253

Alguns outros argumentos:

  • ” ? ” – Exibe ajuda;
  • ” d ” – Mostra as conexões a uma determinada base de dados – Nome da base de dado;
  • ” f ” – Mostra a consulta completa de uma dado ID de processo (deve ser um processo ativo);
  • ” F “- Desabilita todos os filtros (host, user, and db);
  • ” h ” – Mostra apenas as consultas de um determinado host, conectar a um computador remoto;
  • ” I ” – Mostra o status do InnoDB;
  • ” k ” – Mata um processo;
  • ” m ” – Muda o modo de exibição de top para qps (Queries Per Second Mode). Ele exibirá na tela a quantidade de querys por segundo;
  • ” o ” – Inverte a ordem padrão de ordenação;
  • ” p ” – Pausa a exibição;
  • ” q ” – Sair do mytop;
  • ” r ” – Reset os contadores de status do servidor via comando FLUSH STATUS;
  • ” s ” – Muda o tempo de atualização do refresh (em segundos);
  • ” u ” – Mostra os processos de um determinado usuário;
  • ” P ” – Especifica uma porta não-padrão do MySQL para conectar;

Se você não quer ter que lembrar suas opções, pode criar um arquivo ~/.mytop para armazenar os argumentos neste formato:

user=root
pass=
host=localhost
db=minhabasededados
delay=5
port=3306
socket=
batchmode=0
header=1
color=1
idle=1

Usando um arquivo de configuração irá ajudar a assegurar que a sua senha do banco de dados não fique visível aos usuários na linha de comando. Apenas certifique-se de que as permissões do arquivo ~/.mytop estão de tal forma que os outros usuários não tenham permissão de leitura (a menos que você queira, claro).

Você pode ter algum espaço em branco nas linhas do arquivo de configuração, depois do =. Para mais informações acesse:

Agradeço a todos pela atenção.

Viva o Linux, porque nós amamos a Liberdade!

Fonte

Desligar ou reiniciar o computador com hora marcada

Para programar o computador para desligar em um certo horário, basta como root usar o seguinte comando:

# shutdown -h hh:mm

Sendo que hh são as horas no formato de 24 horas e mm são os minutos.

Outra maneira para programar o desligamento do seu pc é usar o seguinte comando:

# shutdown -h +m

Sendo que m é o número de minutos que você deseja até o computador desligar.

Ex:

# shutdown -h +300

Significa que o computador desligará daqui a 300 minutos.

Depois de executar um desses comandos começará uma contagem regressiva no seu terminal. Da mesma maneira podemos utilizar esses dois modelos para reiniciar o computador. A diferença é que em vez de passar o parâmetro -h, passaremos o parâmetro -r. Ficaria assim:

# shutdown -r hh:mm
ou
# shutdown -r +m

Fonte

Mudando o nome da placa de rede

Semana passada me deparei com a seguinte situação, tinha um servidor com  duas placas de rede , eth0 e eth1 , só que a placa de rede eth0 deu pau e foi trocada, porem, quando foi instalada a nova placa o servidor reconheceu como eth2 .

Para resolver essa situação faça o seguinte:

Com o usuário root edite o arquivo:
#vi /etc/udev/rules.d/70-persistent-net.rules

Apague as linhas:

Salva, saia e reinicie !

Suas placas voltarão novamente eth0 e eth1. [E.M.B]

Fonte

Rarcrack – Quebrando senhas de arquivos rar, 7z e zip

Ontem fiz download de um arquivo RAR e para minha surpresa o mesmo estava com senha. Antes de procurar outros links resolvi tentar quebrar a senha deste arquivo mesmo, e buscando uma solução no Google eis que acho o rarcrack, um brute force para arquivos .rar, .zip e 7-zip.

Faça download do arquivo em:

Feito o download, como root, navegue até a pasta onde salvou o arquivo e faça:

# tar -xjf rarcrack-VERSAO.tar.bz2
# cd rarcrack-VERSAO

Você precisará do gcc ou outro compilador C:

# make
# make install

Pronto, instalado.

Para usar o rarcrack:

# rarcrack –type *rar nomedoarquivo.rar

* o type fica a seu critério, dependendo do seu arquivo compactado.

Obs.: Infelizmente acabei não lembrando de cronometrar o processo. Mas após 30~45min o arquivo já estava extraído.

Fonte

Ativando o suporte a SSL em servidores web

O SSL (Secure Socket Layer) é o protocolo usado para criar páginas seguras, encriptando toda a transmissão entre o cliente e o servidor. Os dois usos mais comuns são em páginas de comércio eletrônico, onde é necessário oferecer um ambiente seguro para concluir a transação e transmitir dados confidenciais e também na criação de ambientes administrativos, como os usados pela maioria dos gestores de conteúdo, que permitem que você gerencie o conteúdo do site.

Na grande maioria das distribuições, o pacote com o mod_ssl é instalado juntamente com o pacote principal do Apache, ou é pelo menos disponibilizado como um pacote separado, instalável através do gerenciador de pacotes.

No caso das distribuições derivadas do Debian, você precisa apenas ativar o módulo usando o comando “a2enmod”. Reinicie o serviço para que a alteração entre em vigor:

No caso do CentOS, é necessário instalar o pacote “mod_ssl” usando o yum. O script de pós-instalação se encarrega de adicionar o script de carregamento na pasta “/etc/httpd/conf.d” automaticamente, concluindo a instalação. Não se esqueça de reiniciar o serviço para que a alteração entre em vigor:

Com o módulo carregado, fica faltando apenas o componente mais importante, que é o certificado SSL propriamente dito.

Se você quer ativar o SSL para testes ou para uso interno (para acessar alguma ferramenta administrativa instalada no servidor, ou para uso em uma página disponibilizada apenas para um grupo de amigos, por exemplo), você pode simplesmente gerar seu próprio certificado, o que é rápido, grátis e indolor. Se, por outro lado, você está ativando o SSL para uso em um site de comércio eletrônico, é necessário obter um certificado reconhecido através da Verisign ou outra entidade certificadora.

Os certificados caseiros são chamados de certificados self-signed (auto-assinados), já que você mesmo faz o papel de entidade certificadora, gerando e assinando o certificado. O algoritmo de encriptação usado é o mesmo, de forma que um certificado self-signed corretamente gerado oferece a mesma segurança que um certificado reconhecido. O grande problema é que os navegadores nos clientes não serão capazes de verificar a autenticidade do certificado, de forma que os visitantes receberão um aviso de “certificado não reconhecido” ao acessarem a página:

O propósito de entidades certificadoras, como a Verisign, é confirmar a titularidade dos certificados, confirmando que o certificado recebido ao acessar determinado site pertence realmente à entidade que o está fornecendo. É isso que garante que você está mesmo acessando o home banking do banco em que tem conta e não o site de um script kiddie qualquer. Certificados assinados por entidades certificadoras são automaticamente aceitos pelos navegadores (já que sua identidade já foi confirmada pela entidade certificadora), o que evita a exibição da mensagem.

Vamos então começar com a configuração de um certificado self-signed, e em seguida entender o que muda ao utilizar um certificado reconhecido.

Fonte:

Validando Formulários PHP

Validando CEP

O código abaixo valida o CEP informado através do método POST (conforme script abaixo).

Onde informamos que o CEP foi validado com sucesso, tu poderá customizar de acordo com suas necessidades!

Validando Data

O código abaixo valida a Data informada através do método POST (conforme script abaixo).

<?php

Onde informamos que validação da Data foi efetuada com sucesso, tu poderá customizar de acordo com suas necessidades!

Validando Endereço de EMail

O código abaixo deverá validar o Endereço de Email informado através do método POST (conforme script abaixo).

Onde informamos que validação do EMail foi efetuado com sucesso, tu poderá customizar de acordo com suas necessidades!

Validando Telefones

Abaixo temos 2 exemplos de validação de telefone.

Exemplo 01:

Exemplo 02:

Onde informamos que a validação do Telefone foi efetuada com sucesso, tu poderá customizar de acordo com suas necessidades!

Validando Página

Esse script é especial e necessário para quem é desenvolvedor web!

Imagine aquele sistema enorme que você produziu e deixou no Servidor de seu cliente?

Após receber o conteúdo ele vende ou fornece cópia para um “amigo” que quer uma solução similar!

Criptografando o código e colocando este conteúdo, você garantirá a segurança de suas informações!

Vamos dar uma olhada no código?

<?

Pac-Man no terminal Ubuntu

Mais uma dica rápida sobre o jogo Pac-Man para o Ubuntu.

Instalação:

$ sudo apt-get install pacman4console

E depois, com o terminal aberto, digite:

$ pacman4console

Aparecerá esta mensagem:

Sorry.
To play Pacman for Console, your console window must be at least 32×29
Please resize your window/resolution and re-run the game.

Resumindo, o terminal tem que estar maximizado.

E pronto. Já poderá jogar:

Na dúvida, verifique a man page:

$ man pacman4console

Verificar máquinas ligadas com shell script

Estava interessado em criar uma forma de scannear a rede para saber quantos micros estavam conectados a ela, saber nome, grupo, MAC ADDRESS.

Para que o script funcione será preciso instalar alguns softwares:

dialog:

# apt-get install dialog

nmap:

# apt-get install nmap

Copie o código e cole em um arquivo texto e salve com um nome de sua preferência, de permissão para executar (chmod +x nome_do_arquivo.sh) e em seguida execute-o (./nome_do_arquivo.sh):

## FIM ##

Fonte: http://www.vivaolinux.com.br/dica/Ipscan-com-shell-script+dialog+nmap